18 de agosto de 2017

Unicef...O que eu posso fazer??



Há várias maneiras de ajudar a garantir o direito de cada menina e cada menino a sobreviver e se desenvolver, aprender, crescer sem violência, proteger(-se) do HIV/aids, ser adolescente e ser prioridade absoluta nas políticas públicas.
Você pode escolher a melhor forma de contribuir com nossos programas por meio de doações mensais ou pontuaiscompra de cartões UNICEF ou demais ações realizadas em parcerias com instituições e empresas comprometidas com os direitos de meninas e meninos no Brasil.
O UNICEF também oferece às empresas a oportunidade de se integrarem ao seu seleto grupo de parceiros corporativos. Com o conhecimento, a credibilidade e a influência adquiridos em mais de seis décadas de atuação, o UNICEF permite que a agenda de responsabilidade social dos seus parceiros corporativos tenha resultados mais efetivos e sustentáveis na área da infância e da adolescência.


             


         Infância e adolescência no Brasil

          
O Brasil possui uma população de 201,5 milhões de pessoas, dos quais 59,7 milhões têm menos de 18 anos de idade (Pnad 2013). Mais da metade de todas as crianças e adolescentes brasileiros são afrodescendentes e mais de um terço dos 821 mil indígenas do País são crianças (Censo 2010). São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial.
Embora o País tenha feito grandes progressos em relação à sua população mais jovem, os avanços não atingiram todas as crianças e todos os adolescentes da mesma forma. O Brasil é ainda um dos países mais desiguais do mundo. Por exemplo, enquanto 37% das crianças e dos adolescentes brancos viviam na pobreza em 2010, esse percentual se ampliava para 61% entre os negros e pardos (Censo Demográfico 2010).
O Brasil é uma referência no mundo na redução de mortalidade infantil. De 1990 a 2012, a taxa de óbito entre crianças menores de 1 ano foi reduzida em 68,4%, atingindo a marca de 14,9 mortes para cada 1.000 nascidos vivo, segundo o Ministério da Saúde (SIM/Sinasc 2012). No entanto, bebês de até 1 ano ainda morrem por causas que poderiam ser evitadas. Hoje, as maiores vítimas da mortalidade infantil são as crianças indígenas. Elas têm duas vezes mais risco de morrer antes de completar 1 ano do que as outras crianças brasileiras (Datasus 2011).
As crianças indígenas também estão entre as mais excluídas quando falamos da falta de registro civil de nascimento. Apenas 57,9% delas são registradas no primeiro ano de vida (Censo Demográfico 2010). Em todo o Brasil, o percentual de crianças registradas no mesmo ano de nascimento subiu de 66%, em 1990, para 95%, em 2013 (Pnad).
De 1990 a 2013, o percentual de crianças com idade escolar obrigatória fora da escola caiu 64%, passando de 19,6% para 7% (Pnad). No entanto, mesmo com tantos avanços, mais de 3 milhões de meninos e meninas ainda estão fora da escola (Pnad, 2013). E essa exclusão escolar tem rosto e endereço: quem está fora da escola são pobres, negros, indígenas e quilombolas. Uma parcela tem algum tipo de deficiência. E grande parte vive nas periferias dos grandes centros urbanos, no Semiárido, na Amazônia e na zona rural. Muitos deixam a escola para trabalhar e contribuir com a renda familiar.
Quase 1,7 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 15 anos ainda trabalham no Brasil (Pnad 2014). Embora, entre 2007 e 2014, o trabalho nessa faixa etária tenha caído 44%, de 2013 para 2014, o número de meninas e meninos entre 5 e 15 anos trabalhando no País subiu 8%.
O Brasil avançou no controle da transmissão do HIV de mães para bebês – a chamada transmissão vertical do vírus da aids. Dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em 2014, indicavam que caiu pela metade o número de casos de aids por transmissão vertical em crianças com menos de 5 anos entre 1995 e 2013, quando foram registrados 374 casos. No entanto, cresce o número de adolescentes infectados pelo HIV. Entre 2004 e 2013, o número de novos casos em meninos com idades entre 15 e 19 anos aumentou em 53% (Ministério da Saúde, Boletim Epidemiológico, 2014).

         

Para o UNICEF, a face mais trágica das violações de direitos que afetam meninos e meninas no Brasil são os homicídios de adolescentes. De 1990 a 2014, o número de homicídios de brasileiros de até 19 anos mais que dobrou: passou de 5 mil para 11,1 mil casos ao ano (Datasus, 2014). Isso significa que, em 2014, a cada dia, 30 crianças e adolescentes foram assassinados*.
As vítimas têm cor, classe social e endereço. São em sua maioria meninos negros, pobres, que vivem nas periferias e áreas metropolitanas das grandes cidades. A taxa de homicídio entre adolescentes negros é quase quatro vezes maior do que aquela entre os brancos: 36,9 a cada 100 mil habitantes, contra 9,6 entre os brancos (Datasus, 2013).
Dos adolescentes que morrem no País, 36,5% são assassinados. Na população total, esse percentual é de 4,8% (Índice de Homicídios na Adolescência no Brasil, 2015). Esse cenário perturbador coloca o Brasil em segundo lugar no ranking dos países com maior número de assassinatos de meninos e meninas de até 19 anos, atrás apenas da Nigéria (Hidden in Plain Sight, UNICEF, 2014).
O Brasil tem uma das legislações mais avançadas do mundo no que diz respeito à proteção da infância e da adolescência. No entanto, é necessário adotar políticas públicas capazes de combater e superar as desigualdades geográficas, sociais e étnicas do País e celebrar a riqueza de sua diversidade.
O UNICEF reitera, mais uma vez, seu compromisso de atuar lado a lado do Brasil para a garantia dos direitos de todas as crianças e todos os adolescentes brasileiros. Sem exceção.
* Estimativa feita pelo UNICEF no Brasil baseada em dados do Datasus, 2014.


                          

Histórias de vida

Cada pneu reutilizado é um foco a menos do mosquito
Alejandro, Lucas, Willian, Jhonatan e Paula, alunos do 4º ano, queriam conscientizar sua comunidade sobre os perigos do Aedes aegypti e achar utilidade para pneus descartados. Então, coletaram pneus pelo bairro e os transformaram em pufes para sua escola.
Guardiões Ambientais Mirins: Todos contra o zika e a favor da floresta
Alunos de uma escola quilombola na zona rural de Macapá (AP) aprendem desde cedo a combater o mosquito e cuidar do meio ambiente
Xô Zika! Combate ao Aedes vira parte da rotina escolar em Campina Grande
Vestida de preto, com asas nas costas e um grande ferrão prateado cobrindo as costas, a pequena Monique, 7 anos, é enfática: “Há várias coisas que podemos fazer em casa para nos livrarmos dos mosquitos. Xô, zika!”.
Semana do Bebê de Juazeiro mostra a importância do estreitamento de vínculos entre Silaide e o pequeno Kleverton
Silaide tem 27 anos e mora em Juazeiro (BA) com seu filho Kleverton, de 2 anos. Quando a prefeitura da cidade abriu 11 novas creches, Silaide comemorou a notícia. "Ele chega em casa, faz brincadeiras que eu não conhecia. Adoro brincar com ele."
O parto e os saberes tradicionais em Agrestina (PE)
Cícera Maria da Silva nasceu e se criou na comunidade de remanescentes quilombolas de Pé de Serra dos Mendes. O dom de ser parteira é uma herança familiar: a avó e a tia foram parteiras na comunidade. Cícera já ajudou mais de 1.800 crianças a nascer.
Adolescente do norte de Minas quer criar jornal para dar voz a meninos e meninas
Rafael Oliveira, 13 anos, sonha em ser jornalista e quer compartilhar sua paixão pelo jornalismo com seus companheiros do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes, no município de Salinas, no Semiárido mineiro.

Contatos

Chefe de Comunicação e Parcerias do UNICEF no Brasil
Michael Klaus
Assessoria de Comunicação
Pedro Ivo Alcantara
E-mail: pialcantara@unicef.org
Telefone: (55 61) 3035 1947 ou (55 61) 98166 1636
Letícia Sobreira
E-mail: lsobreira@unicef.org
Telefone: (55 61) 3035 1917
Elisa Meirelles Reis
E-mail: elisameirellesreis@outlook.com
Telefone: (55 61) 3035 1979






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Caju: 5 benefícios dessa poderosa fruta para a saúde!


Ela é vistosa, macia, suculenta e, acima de tudo, saudável! Uma das frutas símbolo da tropicalidade brasileira, o caju – muito consumido através de seu tradicional suco - carrega um verdadeiro arsenal de nutrientes para a nossa vida! Rico em diversas substâncias essenciais ao corpo, ele proporciona ao organismo uma potente proteção que vai de problemas mais simples como gripes e febres aos mais complexos como o câncer.
Por isso, o caju é uma excelente opção para agregar nutrientes à dieta, seja ela de perda de peso e/ou emagrecimento, e pode ser consumido de diversas formas: fresco, como suco, cozido com curry, fermentado em vinagre, em forma de molho-tipo chutney- e até mesmo, acompanhando drinques. A nutricionista Liliam Teixeira nos apresenta cinco benefícios essenciais do consumo de caju para a nossa vida.

Benefícios do caju em nossa alimentação

1 – Fortalece sistema imunológico, sangue e ossos: Dentre os vários nutrientes do caju, a vitamina C é quem mais se destaca. Segundo a Dra. Liliam, sua composição é, em média, cinco vezes maior do que na laranja, o que dá reforço significante ao sistema imunológico. "O caju amarelo é o mais rico em vitamina C, tendo em torno de 220 mg por unidade", revela a especialista.
Além da vitamina c, que já é conhecida por fortalecer nosso organismo, a fruta também contém zinco, que desempenha um papel vital no fortalecimento do sistema imunológico contra infecções e na cicatrização de feridas, e é extremamente importante durante a gravidez para o crescimento da criança. E, para completar, o caju e ainda tem ferro e cálcio, minerais eficazes de combate à anemia e fortalecimento dos ossos.
2 – Protege o coração: O teor de gordura do caju é menor do que a maioria das outras frutas e, por isso, é ótimo para a saúde do coração. Segundo estudos, ela ajuda e reduzir os níveis de triglicerídeos, que, quando elevados, aumentado a incidência de doenças cardíacas. As castanhas de caju também são ricas em antioxidantes, que diminuem o risco de doenças cardiovasculares.
3 – Previne e combate o câncer: O caju tem muitos flavonoides, pigmentos que possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antimicrobianas, antitumorais, ateroscleróticas, entre outras: "Ela é rica em licopeno e betacaroteno, que ajudam na prevenção de alguns tipos de câncer, assim como o cardanol e o ácido anacárdico".
De acordo com pesquisas, esses compostos que inibem a proliferação de tumores atuam diminuindo o "estresse oxidativo" e com isso evitando e combatendo vários tipos de câncer, como o de mama, cólon e próstata.
4 – Deixa Pele e Cabelo mais jovens e bonitos: O caju é rico no mineral cobre, que faz parte de muitas enzimas como a tirosinase, que converte a tirosina em melanina, o pigmento que dá ao cabelo e à pele a sua cor. Sem o cobre, essas enzimas não conseguiriam fazer seu trabalho e a pele e cabelo perderiam o viço.
Os antioxidantes contidos no caju ajudam proteger as células do envelhecimento provocado pelos radicais livres, mantendo a aparência como um todo jovem por mais tempo.
5 – Dá mais disposição: Para atletas de exercícios de resistência, o caju é um alimento indispensável. Ele é rico em aminoácidos de cadeia ramificada (conhecidos como BCAA), que aumentam a capacidade de utilização da gordura como fonte de energia e assim melhorando a capacidade física. O BCAA aumenta o glicogênio hepático e muscular, o que culmina numa maior utilização da gordura como fonte energética durante o exercício.


                                   Natureza, Plantas, Árvores, Frutas, Caju


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4 produtos que ajudam a economizar água



Quanto você gasta de água por dia?
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 110 litros de água por dia, aproximadamente, são suficientes para atender as necessidades de consumo e higiene. Usando o dobro disso, o brasileiro gasta 220 litros por dia, ou mais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Para ajudar você a economizar água no cotidiano, selecionamos 4 produtos que contribuem tanto para poupar esse bem valioso quanto para diminuir a conta de água no fim do mês.

Arejador

                                  Arejador

O arejador mistura ar à água, diminuindo o fluxo e deixando a sensação de volume. A economia de água pode chegar até 80%!
Para se ter uma visão disso na prática, uma torneira comum gasta, em média, 14 a 25 litros de água por minuto, enquanto uma com arejador gasta de 6 a 10 litros.
Outra dica para economizar na cozinha é fechar a torneira enquanto passa a esponja com sabão na louça. Lavar a louça por 15 minutos com a torneira meio aberta, consome 120 litros de água.

Descargas com Duplo Fluxo

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Torneira aberta sem necessidade, banhos demorados e descargas longas fazem do banheiro um dos lugares que mais se desperdiça água. Acionar a válvula de descarga por seis segundos, por exemplo, gasta de 10 a 14 litros de água.
A válvula de descarga de duplo fluxo pode ajudar a poupar água. Ela tem dois botões: um para resíduos líquidos, que gasta 3 litros, e outro para os sólidos, que gasta 6 litros. A economia pode chegar até 60%, já que uma válvula normal gasta, em média, 18 litros.
Além da descarga, é possível poupar ainda mais água no banheiro! Na hora de escovar os dentes, só abra a torneira na hora de enxaguar. Saiba que escovar os dentes com a torneira não muito aberta por 5 minutos gasta 12 litros do líquido.

Reguladores de Vazão


                        Regulador de vazão

Há dois tipos de reguladores de vazão: para torneiras e para chuveiros. A função dos dois é regular a vazão da água que, ao passar pelo produto, sofre uma pressão reduzindo sua passagem e evitando desperdício.
Outra maneira de gastar menos água no chuveiro é reduzir o tempo do banho de 15 para 5 minutos. Isso pode gerar uma economia de até 90 litros de água.

Reparo para torneiras

                            Reparo para torneiras

Quem já não teve que lidar com o barulho chato da torneira pingando? Saiba que isso pode gastar até 46 litros de água em um dia, de acordo com a Sabesp.
O reparo para torneiras serve para fazer a manutenção da torneira e não deixar gastar água. Lembrando que há modelos específicos para cada torneira.


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Nunca deixe que os fardos de hoje apaguem as bênçãos de ontem.






Num dia frio e sombrio, participei do funeral de um amigo e ao lembrarmos as virtudes do falecido, a viúva começou a soluçar em voz alta. Nesse ponto, o pastor lhe disse algo aparentemente estranho para consolá-la: “Tudo bem. Um dia você vai esquecer.”
Esquecer? A expressão da viúva deixou claro que não tinha a intenção de esquecer de nada. As lembranças carinhosas de seu esposo lhe davam conforto e alegria, aos quais ela queria apegar-se, na antecipação do reencontro com ele, um dia, no céu.
Um dos dons mais preciosos que Deus nos deu é a habilidade de recordar. Há tanta dor e decepção na vida que deveríamos esquecer. Mas as boas recordações se tornam um cofre de tesouros que não têm preço, nos fazem recordar das pessoas com as quais compartilhamos e das alegrias vividas.
O apóstolo Paulo sentiu o mesmo com as lembranças da igreja em Filipos e afirmou: “Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês” (Filipenses 1:3). A habilidade de lembrar de seus amigos dali lhe trouxe grande conforto enquanto aguardava o seu julgamento em Roma, e isso o levou a orar com alegria por eles. Ninguém o convenceria de que o conforto consiste em ser capaz de esquecer, porque ele se regozijava por lembrar-se deles.
Deus nos dá lembranças muito boas. Apegue-se a elas quando vier a tristeza.
                                                                                               Leia: Filipenses 1:1-11
                                                                                                               por Bill Crowder


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Veja...a vida te oferece um leque de oportunidades




É preciso se aquietar em certos momentos,quando tudo parece confuso e sombrio.Quando não dá pra ver o que se pode fazer.
Não é hora de se debater,é preciso se acalmar...respirar fundo e deixar que a dor chegue ao seu limite.
Assim...a alma descansa no bailar das nuvens.
Neste momento o medo se esvai,o corpo não mais se contrai,e a dor cede .E a paz se faz presente no coração antes atribulado.
A dor é real e o desespero só aumenta a sua intensidade.
Respire profundamente,sentindo o ar invadir seus pulmões e pense como é bom estar vivo...por um instante esqueça o resto do mundo,se concentre apenas no agora...ouça o seu respirar...pense no privilégio de viver...o dia que começa te oferece um leque de oportunidades,veja...
Deixe se ver em outras situações,olhe como seria diferente se...
Pense...respire, olhe se de uma forma carinhosa.
Tome coragem o bastante para ser o melhor que possa ser,para pensar melhor,para agir de uma maneira melhor.
Tenha pensamentos bons...atraia para se coisas boas.
Seja grato pois o hoje nunca mais voltará.Pertence a eternidade.
Tudo o que vê agora,não será igual amanhã...tudo se renova.
E neste renovar eleve sua alma e se renove também.
Se dê uma chance de viver e amar.
                                                   
                                                                                                                   Leila Maria





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17 de agosto de 2017

Como Disfarçar as Olheiras



Acordou num dia ruim? Então disfarce as olheiras da seguinte forma: antes de começar o make, coloque um creme para a área dos olhos no congelador por cerca de 10 minutos e depois aplique na área afetada. Além de refrescar, tira o inchaço e faz com que o corretivo ganhe um efeito mais uniforme.
Compre chocolate marrom, que é rico em vitamina K e auxilia a descongestionar essa área retirando a cor arroxeada. Derreta uma pequena porção e aplique, ainda morninho. Deixe esfriar, aguarde dez minutos e lave com água abundante.
Veja mais:


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Lembrancinhas de casamento com suculentas



As suculentas invadiram o universo dos casamentos e prometem continuar como tendência por um bom tempo. Essas plantinhas lindas e fáceis de cuidar apareceram na decoração, no buquê, no bolo, nos doces, centros de mesa e até mesmo nas lembrancinhas.


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fonte:https://www.casar.com/34-ideias-de-lembrancinhas-de-casamento-com-suculentas/


Lembrancinhas-de-casamento-com-suculentas (35)

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